Mostrando postagens com marcador Decoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Decoração. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de julho de 2013

FIFA define novos padrões para grama sintética - FIFA.com

FIFA define novos padrões para grama sintética

 

Nas décadas de 60 e 70, foram fabricados os primeiros tipos de gramados artificiais, ainda com o objetivo de serem utilizados em ginásios esportivos. Desde então, as gramas sintéticas se desenvolveram consideravelmente, passando a ser utilizadas em diversos estádios e campos de futebol pelo mundo. Atualmente, está em uso a terceira geração de grama sintética, que é capaz de simular quase perfeitamente as características da grama natural. Com o novo padrão 2014, que contém métodos e critérios de teste aprimorados, se inicia uma nova era na história da grama sintética. 

A grama sintética já existe há décadas. Porém, só passou a chamar a atenção do público quando, em meados da década de 60, foi instalada no estádio de beisebol Astrodome, em Houston, no estado norte-americano do Texas. A partir daí, muito foi feito para o desenvolvimento na área dos gramados artificiais, havendo também no futebol reconhecimento pelas vantagens oferecidas por esses produtos. 

Os benefícios são óbvios. A grama sintética pode ser utilizada sete dias por semana, mesmo com mau tempo, exigindo um nível bem mais baixo de manutenção. Não é nenhuma surpresa que seu uso seja cada vez recorrente, não só no esporte profissional, mas também por associações esportivas amadoras, nacionais, regionais e locais, assim como no esporte universitário. Além disso, em regiões com recursos hídricos limitados ou clima desfavorável para cultivo de grama, os campos de grama artificial são a alternativa perfeita.

Maior conforto durante o jogo graças a testes mais detalhados

A FIFA tem se envolvido no controle de qualidade de gramas artificiais desde 2001, sendo grande responsável pelo desenvolvimento e melhoria constantes. A peça chave é o “Programa de qualidade da FIFA para gramados sintéticos” que, por meio do selo FIFA RECOMMENDED e de outras medidas, visa garantir a mais alta qualidade e, consequentemente, campos artificiais do mais alto nível com a segurança necessária para a prática do esporte. 

Para garantir que as condições de jogo nos campos artificiais sejam iguais às oferecidas pela grama natural em boas condições, é fundamento que sejam conduzidos amplos testes práticos e em laboratório. Além disso, devem ser feitas verificações constantes, tal como um desenvolvimento e uma pesquisa contínua do produto, da sua instalação e manutenção.

Testes mais detalhados garantem que o produto possua todas as características exigidas por gramas naturais em bom estado, assegurando a mais alta qualidade. Para que esses padrões sejam ainda melhores, também é realizada, durante esse processo, uma intensa pesquisa junto a universidades, institutos de teste e outras organizações esportivas. 

FIFA inicia uma nova fase no desenvolvimento da grama sintética

Desde a introdução, em 2004, de gramados sintéticos nas regras do jogo, houve um aumento constante na demanda e uma melhora contínua no conforto durante o jogo devido aos padrões definidos pela FIFA. Entretanto, há muito a se aprimorar na área dos gramados artificiais, pois, apesar da evidente melhora, ainda existe resistência por parte de técnicos e jogadores. 

A FIFA deseja abordar mais profundamente, em futuras atividades de pesquisa, as necessidades e os pontos de vista dos técnicos e jogadores, integrando esses elementos às exigências sobre gramados artificiais. Os novos métodos de teste deverão determinar a influência do piso sobre a frequência de lesão e sobre o nível de cansaço dos atletas. Também deverá ser examinada mais detalhadamente a capacidade de adaptação dos jogadores a mudanças na superfície de jogo, bem como chutes, corridas, saltos e giros rápidos. 

Assim, o padrão 2014 constitui um novo marco no desenvolvimento dos gramados artificiais, garantindo que as instalações de amanhã se tornem tecnologicamente mais maduras, melhor adaptáveis e mais “verdes”, ou seja, sustentáveis. O foco estará voltado para tecnologias avançadas, métodos de teste aprimorados e testes práticos abrangentes. O caminho para o futuro já está demarcado.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Paisagismo Vertical

Mais um exemplo de paisagismo vertical.

Vale lembrar que o profissional paisagista atua não apenas no projeto e desenvolvimento do jardim, mas é sua responsabilidade a paisagem como um todo.

Esta imagem é um excelente exemplo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Paisagismo na Medida Certa

A seleção certeira de espécies, a cargo do paisagista Gilberto Elkis, integrou o jardim desta casa, em Florianópolis, a uma área de preservação. Até os pássaros aprovaram o resultado desse enlace


Texto Stéphanie Durante | Fotos Renato Elkis/ divulgação | Blog Casa e Jardim


Fotos Renato Elkis/ divulgação
Sabiá


 Em frente à Lagoa da Conceição, a casa já tinha uma das mais bonitas e valorizadas vistas de Florianópolis, SC. Faltava planejar um paisagismo que ficasse à altura do local, uma área de preservação. O paisagistaGilberto Elkis, profissional que foi incumbido da tarefa, conhecia bem a paisagem porque havia feito o projeto do terreno vizinho. “Embora não dê para competir com a imensidão da lagoa, concebi um jardim com elementos que valorizam a natureza ao redor da construção”, afirma. Logo na entrada, na parte mais alta do terreno em declive, um pergolado de freijó com 120 m² brinda os visitantes com a fabulosa cobertura da trepadeira jade, espécie de crescimento rigoroso, folhagem densa e flores azul-esverdeadas, formadas entre a primavera e o verão.

Nos 12 mil m² de terreno, um espelho d’água abraça a casa e aproxima ainda mais a lagoa do olhar. Seu fundo foi pintado de preto para que a água refletisse as plantas no entorno, entre elas o jasmim-manga com forração de agapantos. Na mesma área, acompanhando o muro de pedras moledo – típicas da região – um painel da Indonésia, feito de pedra vulcânica entalhada, dá imponência à composição. É junto a ele que crescem uma alamanda-amarela e pontuais maciços de orelhas-de-elefante. Seguindo em direção à parte mais baixa do terreno, onde fica a piscina, um caminho de pedras vulcano é ladeado por espécies tropicais: bananeiras, moreias, palmeiras-garrafa, alpínias, bromélias e palmeiras-rabo-de-raposa. Ao caminhar pelo terreno, uma visita desavisada não nota o que foi idealizado pelo paisagista e o que já existia. “O mais incrível, nesse trabalho, foi poder fazer uma simbiose entre a mata nativa e a vegetação que implantei. Construí o que, eventualmente, a construção da casa havia destruído”, diz Gilberto.



Fotos Renato Elkis/ divulgação
Em primeiro plano, jasmim-manga com maciços de agapantos e orelhas-de-elefante. Ao fundo, painel de pedra vulcânica entalhada da Jardí. Logo à frente dele, alamanda-amarela. O espelho d’água começa nessa área e contorna a casa


Fotos Renato Elkis/ divulgação
A área da garagem recebeu um pergolado de freijó
coberto pela trepadeira jade. Seus cachos pendentes com
flores em um tom azul-esverdeado recebem constantes
visitas de pássaros, como o sabiá da foto à esquerda


Fotos Renato Elkis/ divulgação
Detalhe das bromélias


Fotos Renato Elkis/ divulgação
Um caminho de pedras vulcano leva à piscina. Ao acessá-lo, vê-se, do lado esquerdo, um canteiro de bromélias e, no lado oposto, bananeiras e alpínias. Ao fundo, próximo à piscina, palmeira-garrafa e moreias.


Fotos Renato Elkis/ divulgação
A enorme piscina foi revestida com cerâmicas 30 x 30 cm da Oficina Brennand, cor Azul da Turquia. Palmeiras-rabo-de-raposa foram dispostas em linha, próximo à beira da piscina. Ao fundo, a mata nativa da área de preservação